Michał Kowal

Michał Kowal

Vivo no estrangeiro há 25 anos, os últimos cinco em Banguecoque. Escrevo sobre internet em viagem e sobre o Sudeste Asiático visto de dentro, não como turista de passagem.

Olá, sou o Michał. Passei toda a minha vida adulta — já 25 anos — fora do país onde nasci. Há cinco anos que Banguecoque é a minha base, e é daqui que escrevo a maior parte dos textos deste blogue: internet em viagem, eSIM e cartões SIM, e o dia a dia no Sudeste Asiático.

Onde vivi

Antes da Ásia, vivi e trabalhei em vários países da Europa: Alemanha, Irlanda, Bulgária e Turquia. Cada mudança começava com as mesmas perguntas: que cartão SIM, que operador, como ter internet em casa e como não pagar de mais no primeiro mês. Os últimos anos passei-os no Sudeste Asiático: a Tailândia como base fixa, e viagens por Laos, Vietname, Camboja e Filipinas. Na Tailândia vivi sobretudo em Banguecoque, com temporadas mais longas em Phuket, Chiang Mai e Pattaya.

Porque escrevo sobre internet em viagem

Sou programador e trabalho remotamente há anos. Durante vários desses anos vivi nos arredores de Banguecoque sem linha fixa: videochamadas, trabalho e streaming — tudo funcionava apenas com um pacote de dados ilimitado do telemóvel. A internet, para mim, é uma ferramenta de trabalho, por isso testo-a mais a fundo do que o turista médio. A minha primeira lição foi a clássica: aterrei em Banguecoque e passei uns dias no roaming do meu operador habitual. Custou-me o equivalente a cerca de 100 dólares e foi a última fatura que lhe paguei.

Como se fazem estes guias

As fotografias que ilustram os artigos são minhas e, na maioria, nasceram como memórias privadas, tiradas muito antes de eu pensar em abrir um blogue. Os preços que indico são os que paguei. O que não conheço em primeira mão, verifico em fontes fiáveis e digo de onde vem. Mais vale dizê-lo já: este blogue é da BlueSky eSIM, uma loja de pacotes eSIM. Isso condiciona os temas que trato, mas não os conselhos. Se numa situação concreta a melhor opção for um cartão SIM local, digo-o. Durante anos apoiei-me nos guias de outras pessoas, e os que mais me valeram foram os honestos. Sigo a mesma regra.

Fora do trabalho

Viajo com a minha namorada, e é ela que aparece em muitas das fotografias do blogue. Ao fim de anos na Ásia, continuo a achar que o melhor que se come está na rua, numa mesa de plástico. E sobre a mentalidade tailandesa, cinco anos depois, ainda tenho muito para aprender — e é precisamente isso o melhor de tudo.